MC Poze do Rodo e MC Ryan: relembre as polêmicas e os problemas com a Justiça
Problemas judiciais, acusações penais e disputas legais cercam trajetória dos artistas
Famosos e TV|Do R7
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A prisão de MC Poze do Rodo e MC Ryan, nesta quarta-feira (15), durante a Operação Narcofluxo da Polícia Federal, marca mais um capítulo em uma série de problemas judiciais enfrentados pelos dois artistas.
Desta vez, a ação investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro e organização criminosa que teria movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão em menos de dois anos.
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Segundo a polícia, atividades ligadas à música, shows e redes sociais teriam sido utilizadas para dissimular recursos que vieram de práticas ilícitas, como tráfico de drogas, jogos de azar e rifas digitais. Os funkeiros foram presos em ações simultâneas, mas em locais diferentes. Poze foi detido em sua mansão na zona oeste do Rio de Janeiro, e Ryan durante uma festa em Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral de São Paulo.
Histórico recente de investigações
Os dois artistas já acumulavam passagens pela Justiça por diferentes motivos. As ocorrências envolvem desde acusações criminais até disputas contratuais e processos por direitos autorais.
No caso de MC Ryan, os episódios mais recentes incluem investigações policiais, além de um caso de agressão que impactou diretamente sua imagem pública.
No ano passado, o funkeiro foi preso após realizar manobras perigosas com sua Lamborghini no gramado do estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba (SP). O incidente ocorreu após um show e provocou danos ao campo, gerando riscos aos presentes.
Inicialmente, foi imposta uma multa de R$ 1 milhão, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu o valor. MC Ryan afirmou em redes sociais que as manobras não ofereceram perigo e que houve tentativa de negociação pelo contratante do evento.
Invasão em escola
Em novembro de 2023, MC Ryan “invadiu” uma escola pública disfarçado de aluno. O artista usou uma máscara facial e moletom, mas acabou sendo reconhecido pelos alunos, o que causou agitação no local por conta da presença de um cantor famoso.
Por conta da invasão, ele está sendo processado por danos morais pela então coordenadora do colégio na época, Ana Paula de Lima. Depois do episódio, Ana foi processada administrativamente e teve que ser afastada de suas funções. Ela pede indenização de R$ 104 mil.
Término polêmico
MC Ryan causou polêmica após o anúncio do término de seu relacionamento com Giovanna Roque, de 25 anos. Em publicação nas redes sociais, Giovanna escreveu que “não existe mudança para lixo”, e acusou o funkeiro de ser “manipulador, narcisista e tóxico”. O casal tem uma filha de quase um ano e meio.
Logo após o comunicado da ex-namorada, MC Ryan se pronunciou. Em vídeo publicado nos stories do Instagram, ele negou ter traído Giovanna.
Em setembro do ano passado, foram divulgadas imagens do artista agredindo a ex-namorada. No vídeo, o cantor aparece dando um chute em Giovanna e ameaça jogar uma mala de viagem nela.
Cancelamento de shows nos EUA
No ano passado, MC Ryan teve que cancelar uma turnê internacional que faria nos Estados Unidos após ter o visto de trabalho negado pelo consulado americano. “Meu visto de trabalhado foi reprovado e eu não vou conseguir fazer os shows. Esperei muito tempo para voltar porque a primeira vez que eu fui, foi incrível. Maior tiração, papo reto”, lamentou o cantor na época pelas redes sociais.
Lago artificial
Inspirado em seu ídolo Neymar Jr., MC Ryan investiu R$ 5 milhões para construir um lago artificial na mansão onde mora, em São Paulo. Segundo o cantor, o lago é uma homenagem à filha. O espaço conta com área mais rasa, para as crianças, além de um deck de madeira para o divertimento dos adultos.
Apologia ao crime
Já MC Poze do Rodo concentra um histórico mais ligado à esfera penal. Em maio de 2025, foi preso durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro sob suspeita de apologia ao crime e associação ao tráfico de drogas.
As investigações indicavam que apresentações do artista ocorreriam em áreas dominadas por facções, com presença de traficantes armados. Letras de músicas e ostentação de símbolos ligados ao crime foram usadas como base para as acusações.
Poze obteve habeas corpus dias depois e passou a responder em liberdade, sob medidas cautelares.
Outras denúncias e operações
Além desse episódio, o funkeiro também foi denunciado pelo Ministério Público por crimes como tortura e extorsão mediante sequestro. Segundo a acusação, ele e outras pessoas teriam agredido um empresário para forçá-lo a confessar o suposto furto de uma joia.
O artista também foi alvo de uma operação contra rifas ilegais em 2024, que resultou na apreensão de bens. Os itens foram posteriormente devolvidos.














