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Capcom confirma modo de dificuldade maior em Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen

Poucos dias após o diretor de Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen comentar que um modo de dificuldade mais alta estava sendo...

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Capcom confirma modo de dificuldade maior em Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen Outer Space

Poucos dias após o diretor de Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen comentar que

um modo de dificuldade mais alta estava sendo considerado


para o jogo, uma

sessão de perguntas e respostas

com os desenvolvedores, publicada na comunidade de Dragon's Dogma no Steam, confirmou esta e outras novidades. A conversa com o diretor Kento Kinoshita e o produtor Naoto Oyama passeou por temas que vão desde a origem do nome da expansão até os ajustes no polêmico sistema da Dragonsplague, mas o ponto que mais deve interessar quem já zerou o jogo base é o nível de desafio que o novo conteúdo promete entregar. Ao ser questionado sobre o que os jogadores podem esperar em termos de dificuldade ao encarar a expansão, Kinoshita foi direto ao afirmar que tanto o Forsaken Dominion quanto o Lost Rites, as duas frentes de conteúdo inéditas, foram desenhados para superar o jogo original em tensão e desafio. Segundo o diretor, a equipe está ciente da grande variação de nível entre os jogadores da comunidade e por isso trabalhou o balanceamento para que a experiência funcione tanto para quem está começando a aventura quanto para quem já zerou o game múltiplas vezes. "Sabemos que existe uma grande variedade de níveis de habilidade entre os jogadores da comunidade; por isso, estamos ajustando o equilíbrio para que todos possam aproveitar a experiência — seja quem está apenas começando a aventura, quem ainda está progredindo no jogo ou quem já o completou várias vezes", comentou Kinoshita. "Além disso, estamos trabalhando em um Modo Difícil que oferecerá um desafio gratificante para jogadores veteranos cujos atributos já atingiram — ou estão prestes a atingir — o limite máximo". Oyama, porém, foi econômico nos detalhes sobre o modo difícil, pedindo que a comunidade aguarde novidades sobre o funcionamento e sua janela de lançamento. Kinoshita completou o raciocínio explicando que mesmo o Modo Normal não vai ser um passeio tranquilo. Segundo ele, a dificuldade sobe de forma gradual conforme o jogador avança pelo conteúdo da expansão, com os encontros contra inimigos ficando progressivamente mais complicados. A ideia é que, nos estágios intermediários e finais, mesmo quem já atingiu o teto de status ainda encontre um desafio relevante pela frente. Oyama também trouxe números concretos: o nível recomendado para começar o Forsaken Dominion é 40, enquanto o Lost Rites recomenda nível 20. Ele fez questão de ressaltar que essas recomendações valem apenas para o início de cada conteúdo, já que a dificuldade aumenta continuamente conforme a progressão avança. Como as duas frentes podem ser acessadas ainda no início da história principal — basta falar com Brant na taverna após a chegada em Vernworth —, nada impede que jogadores mais arrojados encarem o desafio abaixo do nível sugerido. Para o produtor, a recomendação deve servir apenas como referência, cabendo a cada Arisen escolher seu próprio caminho. Fora o tópico da dificuldade, a dupla também explicou a escolha do nome Dark Arisen para a expansão. Oyama contou que o time não tinha um título definido no começo do desenvolvimento, priorizando primeiro fechar o conteúdo para só depois pensar no nome. Três motivos pesaram na decisão: o nome combina com a história que a equipe quer contar na nova região de Norgan, ainda que os detalhes não possam ser revelados agora; o ciclo de jogabilidade da expansão, batizado de Expedition Cycle, se assemelha ao ciclo do Dragon's Dogma: Dark Arisen original; e o título ajuda os fãs veteranos a terem uma ideia mais clara do que esperar. Kinoshita reconheceu que existe pressão em reutilizar um nome tão querido pela base fiel da franquia, mas disse que a resposta positiva ao anúncio motivou a equipe a ir além do planejamento original de produção. Questionado sobre o que mais o empolga na expansão, Kinoshita apontou a possibilidade de repensar as Vocations favoritas com as novas opções de build, incluindo a expansão de quatro para seis sets de skills equipáveis simultaneamente — mudança que chega já na atualização de título do fim de agosto —, além de níveis mais altos para habilidades existentes e skills inéditas para cada Vocation. Oyama, por sua vez, destacou o sistema de Relic Appraisal, que substitui o antigo dungeon crawl único do Dark Arisen original por uma mecânica espalhada pelo mapa aberto de Norgan, permitindo obter armas, armaduras e habilidades com parâmetros aleatórios. Sobre os novos inimigos, Kinoshita adiantou que a ambientação segue uma progressão temática: as criaturas encontradas no início da exploração de Norgan remetem ao clima gelado da região, mas conforme a história avança rumo ao meio e ao fim do enredo, o tom fica mais sombrio, em sintonia com a proposta do título Dark Arisen. Oyama complementou dizendo que, além de variantes de inimigos já conhecidos adaptadas a Norgan, também haverá criaturas completamente novas construídas sobre esqueletos de animação inéditos. A expansão também não deixará de lado as sidequests. Kinoshita confirmou que novas missões estarão disponíveis com personagens de Norgan, incluindo moradores locais e integrantes de uma expedição de pesquisa que chegou à região junto com o Arisen. Oyama revelou ainda uma cadeia de sidequests que, ao ser concluída, libera uma função para alterar a aparência de armas e armaduras obtidas em Norgan, mantendo os atributos e o desempenho originais do equipamento — uma espécie de sistema de transmog. Não haverá novas Vocações na expansão, mas Oyama reforçou que o aumento de quatro para seis sets de Weapon Skills, somado às novas habilidades por Vocação, deve ampliar bastante o leque tático em combate. No campo técnico, Oyama adiantou que a atualização de título 3.2, prevista para o fim de agosto, vai trazer otimizações de performance construídas ao longo de mais de meio ano de trabalho desde o lançamento do jogo. Como resultado direto, o Modo Performance em PlayStation 5 e Xbox Series X passará a rodar a 60 FPS. Os requisitos mínimos e recomendados para PC também serão revisados, com mais detalhes a caminho. A dupla ainda comentou as mudanças na Dragonsplague, mecânica que gerou opiniões divididas desde o lançamento do jogo. Oyama explicou que a Capcom já havia adicionado um ajuste ao Modo Casual permitindo que peões afetados se recuperem naturalmente sem desencadear uma calamidade, mesmo no estágio final da condição. Ainda assim, a equipe identificou problemas: os benefícios da Dragonsplague para os atributos dos peões não eram comunicados com clareza, e havia poucas opções para lidar com a condição mesmo quando o jogador a notava. Para resolver isso, a atualização 3.1, lançada em junho, passou a refletir os bônus de status da Dragonsplague nos números do personagem. Já a atualização 3.2 vai reforçar ainda mais essas vantagens, adicionando novos comportamentos de combate para peões afetados, além de um item inédito capaz de curar a condição — dando ao jogador a escolha entre manter o peões afetado para aproveitar os benefícios em batalha ou usar o novo item para reverter o quadro. Por fim, o time também revisou o sistema de saves. Kinoshita explicou que o feedback dos jogadores apontou um problema recorrente: com apenas dois tipos de save — Last Save e Inn Save —, retomar o jogo a partir de uma pousada podia causar um retrocesso significativo de progresso, gerando frustração por perda de tempo de jogo. A solução foi expandir para três tipos de save: o Autosave, que continua salvando automaticamente como antes; o Interim Save, que permite ao jogador criar um backup manual a qualquer momento; e o Last Inn Rest Save, que preserva a versão mais segura e confiável do progresso. Além disso, retomar o jogo a partir de uma pousada deixará de apagar os outros dados salvos — embora hospedar-se em uma pousada continue sendo a forma mais confiável de garantir o progresso, já que está atrelada a sistemas como o retorno do peão principal com experiências obtidas no Rift. Oyama acrescentou que a atualização 3.2 também vai expandir o número de slots de save para três, permitindo manter até três jornadas separadas, cada uma com seu próprio Arisen e Main peões — mudança pedida por jogadores que queriam começar uma nova aventura do zero sem perder o save atual. Encerrando a conversa, Kinoshita agradeceu às mensagens da comunidade que, segundo ele, foram o combustível para viabilizar Dark Arisen, e adiantou que a expansão trará doze novas masmorras somadas à nova região de Norgan. Oyama, por sua vez, pediu paciência aos fãs que esperam a expansão há tempos e brincou pedindo comentários gentis da comunidade, já que costuma acompanhar as reações ao jogo mesmo em outros idiomas com auxílio de ferramentas de tradução. Antes do lançamento de Dark Arisen, marcado para 9 de outubro, a Capcom ainda vai distribuir a atualização de título 3.2 no fim de agosto, trazendo os 60 FPS no Modo Performance em consoles, os novos slots de save e os demais ajustes de qualidade de vida mencionados na entrevista. https://www.youtube.com/watch?v=Ob9pYAlIHZM

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