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IGN China dá nota 10 a Phantom Blade Zero e provoca criadores ocidentais: “sequestrados pelo politicamente correto”

A versão chinesa do site IGN aproveitou sua avaliação de Phantom Blade Zero para alfinetar os desenvolvedores ocidentais e...

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IGN China dá nota 10 a Phantom Blade Zero e provoca criadores ocidentais: “sequestrados pelo politicamente correto” Outer Space

A versão chinesa do site IGN aproveitou sua avaliação de Phantom Blade Zero para alfinetar os desenvolvedores ocidentais e mostrar orgulho da ascensão dos estúdios chineses. O

site deu nota 10

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ao novo jogo de ação do S-Game, enquanto o texto assinado pelo crítico Charles Young chamou os ocidentais de "sequestrados" pelo politicamente correto e produtores de "jogos enlatados de linha de montagem que beiram o lixo industrial" — um contraste com as ambiciosas produções chinesas recentes. A crítica ao Ocidente aparece logo na abertura. Young começa comparando o jogo com Black Myth: Wukong: "Se o sucesso de Black Myth: Wukong, dois anos atrás, teve em alguma medida um elemento de acaso, de estar no momento certo, no lugar certo e com as pessoas certas, depois de terminar Phantom Blade Zero há uma coisa da qual tenho plena certeza". E continua: "No futuro próximo, quando os criadores de jogos ocidentais estiverem presos num gargalo criativo, sequestrados por elementos do politicamente correto e amarrados por uma lógica comercial altamente industrializada, produzindo um após o outro jogos enlatados de linha de montagem que beiram o lixo industrial, que os criadores de jogos da China lhes deem uma boa lição e os façam reaprender como deve ser um jogo AAA de alta qualidade e com conteúdo abundante". Na conclusão, o tom de orgulho nacional volta. "Antes, costumava-se dizer sobre os jogos nacionais que os criadores chineses não carecem de técnica, mas sim de experiência em produzir grandes jogos AAA", escreve Young. "Mas a qualidade demonstrada por Phantom Blade Zero nos dá razão suficiente para acreditar que, depois de superada essa fase de acumular experiência, com uma tecnologia de desenvolvimento amadurecida ao longo de anos e uma visão mais internacional, os jogos produzidos serão, em termos absolutos, de nível mundial." O texto termina afirmando que o jogo "sem dúvida será um dos jogos obrigatórios do ano" e que, no futuro, "veremos mais e melhores" jogos chineses como ele. O restante da análise se dedica ao jogo. Young afirma que Phantom Blade Zero "superou minhas expectativas em todas as dimensões" e destaca o combate como o centro da experiência. Os ataques inimigos que brilham em azul ou vermelho podem ser respondidos com defesa ou esquiva precisas, e a barra de vigor tradicional foi substituída por uma barra de "intenção assassina", que também serve para executar golpes especiais. Inimigos e chefes têm a mesma barra, e esvaziá-la quebra a guarda do adversário, assim como o jogador pode ter a guarda quebrada se só se defender. Segundo o crítico, é isso que mais diferencia o jogo dos soulslikes: depois de aprender os padrões dos inimigos, as lutas fluem "como as cenas de luta de um filme de wuxia". A progressão também foge dos números. O protagonista, Soul, fica mais forte coletando itens ligados à história, e não com pontos de experiência; a árvore de habilidades avança ao cumprir certas condições, e as armas ganham novos ataques ao serem melhoradas. Há 55 armas e Armas das Sombras, já contando as que se transformam em armas novas pelo sistema de "forja de almas". Segundo a análise, as combinações de armas, acessórios e remédios permitem montar builds variadas, e é possível desfazer melhorias a qualquer momento para redistribuir os materiais. Sobre a duração, Young diz que terminou o jogo na dificuldade normal com mais de 30 horas no arquivo de salvamento e gastou cerca de dez horas a mais para chegar perto de 100% de conclusão; a conta da Steam registrava mais de 55 horas. Ele elogia o fato de passar mais de 80% do tempo explorando conteúdo novo, as centenas de tipos de inimigos no bestiário, os chefes com duas ou três formas e as execuções diferentes para cada arma. Os inimigos derrotados não renascem, o que, segundo o crítico, se mostrou acertado. Nas dificuldades mais altas, os inimigos também mudam alguns golpes. A análise também destaca a mistura de wuxia tradicional com elementos de steampunk, que "não parece nem um pouco destoante", e a presença da cultura tradicional chinesa, como um chefe inspirado na dança do leão de Cantão, apresentações de ópera e uma sequência de mais de 20 minutos que o crítico preferiu não revelar. Ele afirma que a história, criada por Liang Qiwei a partir da experiência com as séries Rain Blood e Phantom Blade, tem "praticamente nenhuma barreira cultural" e deve ser compreendida também por jogadores ocidentais. A trilha sonora e as participações de Donnie Yen, que segundo Young aparece mais de uma vez para desafiar o jogador, também são elogiadas. Apesar da nota máxima, Young reconhece que o jogo "não é perfeito em sentido absoluto". Ele aponta algumas desconexões no design de sistemas e de personagens, que atribui ao longo desenvolvimento, e relata ter encontrado na versão de imprensa bugs que impediam a conclusão de missões e pequenos problemas de desempenho, que a S-Game garantiu que seriam corrigidos na versão final. O único ponto negativo listado no quadro de resumo são as expressões faciais "um pouco rígidas" nas cenas de corte. Os pontos positivos são o design desafiador "mas que não tortura", o combate com ritmo de filme de wuxia, as histórias principal e secundárias e o grande volume de conteúdo, com vários finais. A IGN China é operada sob licença pela Tencent, segundo informa o próprio site. A versão americana do site deu 9, e a média no Metacritic era de 88 quando publicamos o

resumo das primeiras análises

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. Phantom Blade Zero, RPG de ação da S-Game, foi lançado digitalmente para PS5 e PC, pela Steam e pela Epic Games Store, na noite de quarta-feira (28), às 23h no horário de Brasília. Antes do lançamento, o jogo

já teria vendido cerca de 500 mil cópias no Steam

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, segundo estimativa da Alinea. A

versão física para PS5

foi anunciada para 2027.

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