Como Carlinhos Brown foi parar em uma das piores sequências de Hollywood
Músico brasileiro aparece em ‘Velocidade Máxima 2′ com um dos seus grandes sucessos dos anos 90
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Carlinhos Brown tem um currículo curioso em Hollywood. O brasileiro foi indicado ao Oscar por uma das músicas da animação Rio, participou da trilha sonora do blockbuster Velozes e Furiosos 5: Operação Rio e fez uma ponta em uma das piores sequências da história do cinema, Velocidade Máxima 2.
E é sobre esse filme de 1997, dirigido por Jan de Bont, que o Cinema de Segunda vai se debruçar hoje!
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Um fracasso colossal
O Velocidade Máxima original, de 1994, é um filmaço. Com ação eletrizante e uma química incrível do casal Keanu Reeves e Sandra Bullock, o longa dirigido por De Bont foi um sucesso, faturando mais de US$ 350 milhões no mundo e levando para casa os Oscars de Melhor Som e Melhores Efeitos Sonoros.
Então, é claro que o estúdio se apressou para fazer uma sequência. De Bont e o roteirista Graham Yost voltaram para o segundo filme, assim como Bullock. Já Reeves viu a bomba que estava prestes a estourar e pulou fora do projeto, sendo substituído pelo água de salsicha Jason Patric.
O filme, que trocou o ônibus com bomba do original por um transatlântico sem freios, foi um fiasco. A arrecadação de US$ 164,5 milhões mal deu pra cobrir o investimento. E ele ainda levou pra casa o Framboesa de Ouro de pior remake ou sequência.
Mas como Carlinhos Brown se entrou no filme
A história se passa durante um cruzeiro pelo Caribe. Por isso, os produtores apostaram em uma trilha sonora dominada por reggae, com nomes como Jimmy Cliff, UB40, Maxi Priest e Shaggy.
É aí que Carlinhos Brown entra no projeto. Ele estava fazendo muito sucesso na época, inclusive com shows nos EUA, com a música A Namorada. Segundo ele, a canção foi escolhida depois que os produtores ouviram o CD Alfagamabetizado.
“Estou muito feliz de ter uma música minha numa produção de Hollywood, mas quero fazer uma trilha inteira”, disse Brown em entrevista à Folha de S.Paulo em 1997.
E a participação de Carlinhos Brown não se restringe à música. Ele aparece no filme cantando A Namorada, como parte do entretenimento a bordo do cruzeiro. A aparição é curta, de poucos segundos, mas registra um dos únicos momentos que se salvam no filme.
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