Ex de Musk recusou acordo de R$ 200 milhões e abriu o jogo sobre o bilionário em documentário
Filme de quase quatro horas sobre o dono do X foi exibido nesta terça-feira (8) no Festival de Veneza
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A influenciadora Ashley St. Clair, mãe do 13º filho de Elon Musk, recusou um acordo de confidencialidade de US$ 40 milhões (cerca de R$ 200 milhões) com o empresário. Assim, ela pode dar entrevista para o documentário Musk, exibido nesta terça-feira (8) no Festival de Veneza.
“Quando te oferecem algo assim, isso gera um debate sobre o significado do seu discurso e o valor que ele tem. Por que querem me oferecer essa quantia em dinheiro para que eu não fale?”, disse St. Clair em uma coletiva de imprensa no festival.
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St. Clair conheceu Musk no X, rede social do bilionário, em 2023. Ela deu à luz em setembro de 2024 a um menino chamado Romulus.
Musk é dirigido por Alex Gibney, que já ganhou um Oscar de documentário (por Um Táxi para a Escuridão, em 2008). O filme, com quase quatro horas de duração, tenta traçar a trajetória do bilionário dono do X, da SpaceX e da Tesla.
“O que mais me chamou a atenção, principalmente no início, foi um enorme medo de falar, tanto entre críticos quanto entre colegas e amigos dele (Musk). Conversei com muitas, muitas, muitas pessoas. Muitas se recusaram a falar”, afirmou Gibney em Veneza.
Mas St. Clair resolveu falar. “Elon é uma bomba nuclear”, diz a influenciadora no documentário.
Em um dos momentos mais impactantes do filme, segundo o Deadline, ela afirmou que Musk lhe disse que exploraria “uma falha na matrix” para influenciar o resultado da eleição presidencial dos EUA em 2024, mencionando seu acesso a lasers espaciais, que é uma referência à sua rede de satélites Starlink.
A eleição foi vencida por Donald Trump, aliado de Musk.
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