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Cinema de Segunda

‘The Electric State’ 🤖 mostra como é fácil torrar R$ 1,8 bi em um filme ruim💸

Filme da Netflix é uma das maiores bombas 💣 da temporada

Cinema de Segunda|Lello LopesOpens in new window

Millie Bobby Brown, Chris Pratt e um exército de robôs em 'The Electric State' Divulgação

Já pensou em pegar R$ 1,8 bilhão (praticamente o prêmio das três últimas Megas da Virada somados) e jogar fora 💸? Foi mais ou menos isso o que os irmãos Anthony e Joe Russo fizeram em The Electric State, uma das grandes bombas do ano 💣.

O filme era uma das apostas da Netflix na temporada. E o streaming abriu o bolso, com um orçamento estimado de US$ 320 milhões (o tal do R$ 1,8 bilhão, na cotação de hoje) 😱.

Entretanto, o resultado foi muito ruim. Com uma história chocha e atuações sofríveis da dupla Millie Bobby Brown e Chris Pratt, The Electric State nunca empolga e raramente diverte.

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O filme está desde a estreia, há três semanas, na lista dos mais vistos da Netflix. Mas, mesmo para o modelo de negócio do streaming, parece difícil acreditar que o custo valerá a pena.


Baseada na ficção científica distópica escrita e ilustrada pelo sueco Simon Stålenhag em 2018, The Electric State se passa em uma versão alternativa dos anos 90, quando robôs 🤖 altamente desenvolvidos e humanos entram em guerra. 

Após a vitória da humanidade, graças a uma invenção do magnata Ethan Skate (Stanley Tucci), a órfã Michelle (Brown) é procurada por um robô com a consciência do seu irmão, que supostamente morreu na guerra. Ela então embarca em uma aventura para tentar descobrir a verdade e é ajudada pelo soldado veterano Keates (Pratt).


A grana da produção é vista em tela. Os efeitos especiais aplicados nos robôs são incríveis, assim como a criação de mundo. Mas tudo desanda quando entra em cena o elemento humano.

Principal estrela da Netflix graças ao sucesso de Stranger Things, Millie Bobby Brown ainda não conseguiu se livrar do estigma da Eleven. Em The Electric State ela tenta desesperadamente investir em uma nova persona, mas falha porque não consegue entregar nada nas cenas mais dramáticas.


Já Pratt parece cada vez mais preso ao modelo que criou nos filmes da Marvel. O seu Keats é uma versão menos inspirada, e com peruca ridícula, do Senhor das Estrelas.

O ótimo elenco de apoio também não ajuda, principalmente porque defende personagens que são muito clichês. Stanley Tucci, por exemplo, faz o magnata amoral da tecnologia, com trejeitos de Steve Jobs.

No fim, quem se salva é o robozinho (ou robozão, depende do momento) Herman, que tem a voz de Anthony Mackie. O que é muito pouco para um filme de R$ 1,8 bilhão.

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