Virginia se rende a luxo de Vini Jr. que tanto criticava: ‘Vivo para queimar minha língua’
Tigrinha admitiu que passou a usar o elevador da casa do jogador para subir poucos degraus
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Virginia está vivendo dias de descobertas na casa de Vini Jr. e, pelo visto, algumas delas envolvem queimar a própria língua... Oi?
A Tigrinha contou que se rendeu ao elevador da casa do jogador. Sim, meus caros: elevador para subir poucos degraus! Justamente ela, que tanto julgava quem fazia isso. Que reviravolta!
“E eu julguei tanto, tanto, tanto quem usa elevador em casa tanto. Tipo, é pouca escada... não adiantou, gente. Usando elevador pra subir. Ai, é uma queimação de língua bizarra”, disse ela. “Vivo para queimar minha língua”, legendou.
Uau! Ainda bem que ela contou para a gente, né? Já imaginou passar o dia sem saber que ela se rendeu ao elevador para subir poucos degraus? Não poderíamos dormir com uma informação dessas faltando!
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Mas o elevador foi apenas um dos capítulos da viagem a Madri. A Tigrinha também passou por um perrengue daqueles ao chegar à Espanha: uma mala cheia de produtos de sua marca de beleza ficou retida pela alfândega.
E aqui vem a parte curiosa: em vez de enfrentar a burocracia para recuperar os produtos, ela decidiu... deixar tudo para trás.
“Minhas coisas estão presas e eu não vou pegar porque aqui é diferente. No Brasil, [a Receita Federal] me taxaria, e eu pagaria e levaria embora. Aqui, não. Querem que eu contrate uma pessoa pra ir lá fazer esse serviço para ver quanto eu tenho que pagar, para eu pagar e retirar os produtos, no caso. Não vou fazer isso. Perdi os produtos. Tudo! Eu tô triste”, lamentou.
Agora fica a pergunta que não quer calar: será que as viagens para Madri estão saindo tão caras que não sobrou nem um dinheirinho para contratar alguém e buscar a mala?
Porque, veja bem: a alfândega pediu que ela contratasse uma pessoa para resolver a situação. Virginia preferiu declarar os produtos como perdidos.
E estamos falando de uma mala cheia de produtos da própria marca, hein? Não era aquela sacolinha com duas camisetas e um chinelo que a gente esquece no aeroporto e depois pensa: “Ah, deixa pra lá”.
No fim, Virginia está vivendo aquela velha máxima: é preciso cuidado com o que se julga, porque a vida dá um jeito de colocar a gente exatamente na situação que criticava.
Mas, pensando bem... será que é assim que eu vou acabar morando em uma casa com elevador? Só não vale me julgar depois, Tigrinha!
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