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Virginia se rende a luxo de Vini Jr. que tanto criticava: ‘Vivo para queimar minha língua’

Tigrinha admitiu que passou a usar o elevador da casa do jogador para subir poucos degraus

Fabíola Reipert|Fabíola ReipertOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Virginia, conhecida como Tigrinha, se rendeu ao luxo de usar o elevador na casa de Vini Jr., mesmo para subir poucos degraus, algo que antes criticava.
  • Durante sua viagem a Madri, Virginia enfrentou um problema com a alfândega, onde uma mala com produtos de sua marca de beleza ficou retida.
  • Ela decidiu não recuperar os produtos retidos na alfândega, optando por declará-los como perdidos devido à burocracia envolvida no processo.
  • A situação ilustra a ironia de criticar algo e depois se encontrar na mesma posição, refletindo sobre a vida e suas reviravoltas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Virginia se rendeu ao elevador da casa de Vini Jr. Reprodução/Instagram/@virginia

Virginia está vivendo dias de descobertas na casa de Vini Jr. e, pelo visto, algumas delas envolvem queimar a própria língua... Oi?

A Tigrinha contou que se rendeu ao elevador da casa do jogador. Sim, meus caros: elevador para subir poucos degraus! Justamente ela, que tanto julgava quem fazia isso. Que reviravolta!


“E eu julguei tanto, tanto, tanto quem usa elevador em casa tanto. Tipo, é pouca escada... não adiantou, gente. Usando elevador pra subir. Ai, é uma queimação de língua bizarra”, disse ela. “Vivo para queimar minha língua”, legendou.

Uau! Ainda bem que ela contou para a gente, né? Já imaginou passar o dia sem saber que ela se rendeu ao elevador para subir poucos degraus? Não poderíamos dormir com uma informação dessas faltando!


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Mas o elevador foi apenas um dos capítulos da viagem a Madri. A Tigrinha também passou por um perrengue daqueles ao chegar à Espanha: uma mala cheia de produtos de sua marca de beleza ficou retida pela alfândega.

E aqui vem a parte curiosa: em vez de enfrentar a burocracia para recuperar os produtos, ela decidiu... deixar tudo para trás.


“Minhas coisas estão presas e eu não vou pegar porque aqui é diferente. No Brasil, [a Receita Federal] me taxaria, e eu pagaria e levaria embora. Aqui, não. Querem que eu contrate uma pessoa pra ir lá fazer esse serviço para ver quanto eu tenho que pagar, para eu pagar e retirar os produtos, no caso. Não vou fazer isso. Perdi os produtos. Tudo! Eu tô triste”, lamentou.

Agora fica a pergunta que não quer calar: será que as viagens para Madri estão saindo tão caras que não sobrou nem um dinheirinho para contratar alguém e buscar a mala?


Porque, veja bem: a alfândega pediu que ela contratasse uma pessoa para resolver a situação. Virginia preferiu declarar os produtos como perdidos.

E estamos falando de uma mala cheia de produtos da própria marca, hein? Não era aquela sacolinha com duas camisetas e um chinelo que a gente esquece no aeroporto e depois pensa: “Ah, deixa pra lá”.

No fim, Virginia está vivendo aquela velha máxima: é preciso cuidado com o que se julga, porque a vida dá um jeito de colocar a gente exatamente na situação que criticava.

Mas, pensando bem... será que é assim que eu vou acabar morando em uma casa com elevador? Só não vale me julgar depois, Tigrinha!

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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