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Nívea Stelmann entrega a verdade sobre o ‘beijo técnico’ nas novelas!

O público pode até aceitar o discurso do “é só trabalho”. Só não precisa engolir sem mastigar

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nívea Stelmann revela que nunca deu beijo técnico em novelas, aproveitando ao máximo as cenas.
  • Beijos em novelas podem parecer ensaiados, mas às vezes despertam sentimentos reais entre os atores.
  • Exemplos de romances que começaram nas gravações incluem Murilo Benício e Giovanna Antonelli em "O Clone".
  • O público muitas vezes aceita a ideia de que é "só trabalho", mas a química pode transcender a ficção.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Recém-separada, a atriz Nívea Stelmann revela que nunca deu beijo técnico e que aproveitava Reprodução/Instagram/@niveastelmann

Nívea Stelmann resolveu contar o que muita gente já desconfiava: beijo técnico nunca foi muito a praia dela. Recém-separada, a atriz revelou que nunca deu beijo técnico e que aproveitava. E eu não vou julgar.

Afinal, convenhamos: tem beijo de novela que parece ter sido ensaiado por dois funcionários batendo ponto. Mas tem outros que deixam a gente pensando: será que esse povo está mesmo interpretando?

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É claro que, quando perguntam, os atores juram que é tudo trabalho. Tem câmera, diretor, equipe inteira olhando, marcação no chão e alguém gritando “ação!”. Um ambiente super-romântico, como vocês podem imaginar. Só que química não pede autorização ao roteiro. E, às vezes, o beijo termina, a gravação acaba e o sentimento resolve continuar em cartaz.

A história da televisão está cheia de exemplos. Murilo Benício e Giovanna Antonelli se apaixonaram durante O Clone. Marcello Novaes e Letícia Spiller viveram um romance dentro e fora de Quatro por Quatro, isso sem contar os “affairs” que ficaram só na imaginação do público (nunca foram confirmados oficialmente).

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A questão é que nem todo mundo se apaixona por colega de cena. Mas acreditar que um beijo intenso, repetido dezenas de vezes, com gente bonita, intimidade e emoção envolvida nunca desperta absolutamente nada? Ah, gente… vamos combinar. Me engana que eu gosto.

O público pode até aceitar o discurso do “é só trabalho”. Só não precisa engolir sem mastigar.

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Porque, na ficção, o beijo acaba quando o diretor grita “corta!”. Na vida real, às vezes é justamente aí que a história começa, e a química vira física, biologia …

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