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Pelicano bate à porta de laboratório e ‘pede ajuda’ para se livrar de anzol nos EUA

Ave apareceu ferida diante de centro da NOAA na Flórida e ficou calma durante resgate feito por biólogos

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um pelicano apareceu no laboratório da NOAA na Flórida, buscando ajuda com um anzol preso na asa.
  • Os biólogos do laboratório imobilizaram a ave e removeram o anzol e a linha de pesca.
  • O pelicano permaneceu calmo durante o resgate, que durou cerca de dez minutos, e foi solto em boas condições.
  • A NOAA alertou sobre os riscos do descarte inadequado de linhas de pesca e recomendou práticas seguras para pescadores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pelicano bate na porta de laboratório nos Estados Unidos NOAA Fisheries Service

Um pelicano surpreendeu pesquisadores ao aparecer na porta de um laboratório da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) em Panama City, na Flórida (EUA), aparentemente em busca de ajuda. A ave estava presa em uma linha de pesca e tinha um anzol cravado na asa.

O episódio ocorreu em meados de setembro, mas foi divulgado nesta semana. enquanto. Durante o expediente, biólogos que analisavam dados sobre tubarões e populações de peixes ouviram batidas no vidro da entrada e encontraram o pelicano tocando repetidamente a porta com o bico.

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Assim que se aproximaram, os pesquisadores perceberam a gravidade da situação. Uma linha resistente de monofilamento estava enrolada na asa direita do animal, onde também havia um anzol triplo de duas farpas. O pelicano ainda tinha espinhos de cacto presos à pata esquerda.

Acostumados a manipular animais como tubarões e peixes-serra, os biólogos imobilizaram a ave e iniciaram o resgate. A equipe cortou a farpa do anzol, retirou o objeto e desenrolou vários metros de linha de pesca presos ao corpo do pelicano.

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Segundo os pesquisadores, a ave permaneceu surpreendentemente calma durante todo o procedimento, que durou cerca de dez minutos. Após ser examinada e considerada em boas condições, foi solta e voltou a voar.

A NOAA aproveitou o caso para alertar sobre os riscos provocados pelo descarte inadequado de linhas de pesca. O monofilamento pode permanecer no ambiente por centenas de anos e provocar ferimentos, estrangulamento e morte de animais costeiros.

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O órgão recomenda que pescadores guardem linhas usadas em recipientes seguros, utilizem pontos específicos de reciclagem e, quando possível, optem por anzóis sem farpas, que são mais fáceis de retirar em casos de captura acidental.

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