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Cientistas instalam sistema de IA na floresta para estudar a inteligência dos macacos

Tecnologia consiste em uma máquina com tela sensível ao toque e software de reconhecimento facial que propõe desafios aos animais

Bichos|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cientistas instalaram um sistema de inteligência artificial na Reserva Florestal de Taboga, na Costa Rica, para estudar macacos-prego.
  • O projeto, chamado CapuchinAi, usa uma máquina com tela sensível ao toque e software de reconhecimento facial para propor desafios aos macacos.
  • Os macacos que completam as tarefas cognitivas corretamente recebem recompensas alimentares, como pedaços de banana.
  • Os pesquisadores ficaram surpresos com a rápida adaptação dos macacos à tecnologia, destacando sua curiosidade e capacidade inovadora.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Macacos se adaptaram rapidamente ao sistema, segundo pesquisadores Reprodução/Emory University

Cientistas instalaram um sistema de inteligência artificial na Reserva Florestal de Taboga, na Costa Rica, para estudar as habilidades cognitivas dos macacos-prego e se surpreenderam com a rapidez com que os animais se adaptaram à tecnologia.

O projeto, chamado CapuchinAi, consiste em uma máquina com tela sensível ao toque e software de reconhecimento facial, que propõe desafios aos primatas em troca de recompensa.


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Quando um indivíduo é identificado pelo reconhecimento facial, ele se depara com uma tarefa cognitiva e, se responder corretamente, a máquina automaticamente fornece uma recompensa alimentar, como um pedaço de banana.

Poucos dias após a instalação do sistema na floresta, alguns animais já aprenderam a receber as recompensas, o que chamou a atenção dos pesquisadores, que já sabiam que os macacos são curiosos, mas não imaginavam que eles se adaptariam tão rápido à tecnologia.


Para a equipe da Universidade Emory, responsável pelo estudo, os testes ajudam a entender questões sobre o desenvolvimento cognitivo e envelhecimento de animais selvagens.

“Fiquei surpreso com a rapidez com que muitos dos macacos se adaptaram à tecnologia. Esperávamos que fossem curiosos, mas foi emocionante vê-los se aproximarem voluntariamente do dispositivo, experimentarem com ele e aprenderem a associação entre a tela sensível ao toque e a recompensa”, disse Benítez, professor assistente da Universidade Emory, em entrevista à People.


“A resposta deles reforçou algo que muitos primatologistas de campo já suspeitavam: os macacos-prego são animais notavelmente inovadores que exploram prontamente novos objetos e desafios”, continuou.

O especialista também ressaltou que, embora compartilhem características parecidas, cada macaco-prego possui sua própria personalidade, peculiaridades e hábitos que os tornam únicos. Por isso, eles são modelos excepcionais para o estudo.

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