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Ben-Hur: a amizade entre um judeu e um romano pode sobreviver ao peso de um Império?

Segundo o Blog do Univer, Judá (Vinícius Redd) carrega o peso da opressão diária, enquanto Messala (Rômulo Weber) tem a mentalidade de um conquistador

Ben-Hur|Blog do Univer

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Vinícius Redd e Rômulo Weber interpretam Judá e Messala em Ben-Hur Reprodução/Blog do Univer

Na superprodução Ben-Hur, os amigos Judá (Vinícius Redd) e Messala (Rômulo Weber) pertencem a lados opostos, e o Blog do Univer preparou um post exclusivo para explicar essa relação conflituosa.

Confira:


No universo de Ben-Hur, Judá Ben-Hur é um príncipe judeu. Rico, respeitado pelo seu povo e fiel à sua identidade, ele vive em Jerusalém sob o domínio do Império Romano.

Como príncipe, Judá tem posição e prestígio entre os judeus. Porém, perante o governo romano, ele não recebe o mesmo respeito. Os romanos governam com imposição: cobram impostos pesados, exercem controle absoluto e tratam os povos conquistados como inferiores. Qualquer sinal de resistência é respondido com violência.


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É nesse contexto de opressão que nasce um dos dramas dessa história: como dois amigos podem permanecer unidos quando pertencem a lados opostos?

O início da amizade

Durante a infância, Judá e Messala eram amigos. Judá vê em Messala o irmão que nunca teve, e nunca o viu de forma diferente por ser romano. Por um tempo essa amizade parece possível, mas o domínio de Roma coloca os dois em lados opostos.


O romano carrega naturalmente a mentalidade de conquistador e dominador: ele representa o império que venceu, que exige submissão total. O judeu, por sua vez, carrega o peso da opressão diária.

O ponto de ruptura

Com o tempo, a pressão sobre Messala se intensifica. Como oficial romano, ele é constantemente colocado em situações que exigem prova de lealdade total ao Império — acima de qualquer laço pessoal ou amizade de infância. Para ele, o valor de um homem se mede pelo poder conquistado.


Judá, por sua vez, sofre constantes humilhações. Mesmo sendo príncipe, para os romanos ele possui apenas um título que não faz diferença alguma, pois continua sendo um cativo de Roma — alguém que jamais será tratado como igual diante do poder imperial.

Uma das reflexões que a história de Ben-Hur levanta é: até onde uma amizade consegue sobreviver quando um lado oprime e o outro sofre as consequências?

Saiba mais:

A superprodução Ben-Hur é escrita por Cristiane Cardoso e tem estreia prevista para este ano no Univer Vídeo e na tela da RECORD.

Elenco de Ben-Hur registra bastidores das gravações no Rio Grande do Sul

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