Superprodução Ben-Hur transforma Arraial do Cabo (RJ) em cenário de gravações paradisíacas
Diretor-geral e protagonistas da série comentam como foi a primeira viagem do projeto
Ben-Hur|Gabriel Alberto e João Pedro Lima, do site oficial

As gravações da superprodução Ben-Hur seguem a todo vapor e, pela primeira vez, foram feitas fora dos estúdios da Seriella Productions. Durante uma semana, a equipe e parte do elenco estiveram em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, onde gravaram diversas cenas que serão exibidas ao longo da trama.
As estruturas foram montadas em uma ampla área na Restinga do Massambaba, às margens da Lagoa de Araruama. Em meio ao cenário paradisíaco, o site oficial acompanhou de perto cada detalhe das gravações.
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O local escolhido chamou atenção pela beleza natural quase intocada. Vinícius Redd, que interpreta o protagonista Judá na superprodução, destacou como o ambiente contribui para a imersão durante as gravações.
“Eu acredito que o lugar influencia muito na obra como um todo. No resultado final, isso faz toda a diferença. Quando vai ao ar, principalmente nos planos abertos, o cenário ganha um peso enorme. Sem contar que a água daqui é cristalina, o que ajuda muito a gente a se sentir realmente dentro daquele universo. Fica mais fácil se visualizar no lugar onde o personagem precisa estar, e isso acaba refletindo na tela”.

Bia Arantes, que interpreta Ester, par romântico de Judá, ficou “deslumbrada” com a beleza da locação e destacou o impacto positivo no processo de atuação.
“Acho que dá uma realidade muito boa nesse cenário paradisíaco, porque a gente lê as coisas e vê essa realidade descrita [no roteiro]. Esse mar todo, areia... Eu sou mineira, do interior de Minas [Gerais], então, mar e praia sempre me deslumbram. Estar em um lugar lindo desse, sem dúvida, ajuda a entrar na personagem”.
Nos bastidores, enquanto aguardava para entrar no set, Rômulo Weber, que dá vida a Messala, o antagonista de Judá, revelou que foi a sua primeira vez gravando naquela cidade e destacou a oportunidade de estreitar laços com o elenco na viagem: “É maravilhoso, pois é o momento que temos para realmente nos conhecermos, pois no dia a dia no estúdio é muito corrido”.

Ingrid Conte, a Iras na trama, concorda com Rômulo e acrescenta os ganhos que a viagem traz para o elenco: “Quando se está em um produto audiovisual longo, as novidades colocam a gente em um estado de entusiasmo renovado a cada cenário que se abre”.
A atriz ainda apontou que o fato de gravar em um cenário que envolve mar, areia e floresta traz uma imersão mais completa ao momento da personagem que a cena pede: “Estar em uma locação real dá uma dimensão maior do que é estar presente para nós como atores, e potencializa todo o processo. Quando estamos sujeitos a interferências externas, como o calor, a nossa necessidade de concentração se torna maior”.

Vicente Guerra, diretor-geral da superprodução, comanda suas primeiras cenas do projeto no local e ressalta a importância do deslocamento para a construção de uma unidade em prol da série:
“Foi muito especial porque foram minhas primeiras gravações e contato com o elenco [no set], se cria uma sensação de grupo e se constrói essa relação. Em um projeto como esse, a viagem é um lugar onde marca bem a identidade do produto, e as locações são incríveis. E essa região, com salinas, é bem especial. Dependendo do dia, imprime diferente, o sol do meio-dia fica lindo, por exemplo. O lugar contribuiu muito para o resultado das cenas, que ficaram incríveis”.
As locações não eram desconhecidas para Vicente, que dirigiu cenas da minissérie As Sete Marias, spin-off de Ben-Hur, no local no final do ano passado. O fato de ter gravado antes em Arraial do Cabo ajudou o diretor a entender a melhor forma de conduzir as cenas.
“Já sabia o que funcionava, experimentei nas gravações de As Sete Marias, no entanto, em Ben-Hur, tinha algo que é um tanto complicado, que é gravar com barcos”, relata.
Apesar de imprevistos que gravações externas podem trazer, o diretor aponta como o cenário de Arraial do Cabo ajuda a enriquecer a narrativa da superprodução: “Desde o processo de visita, começamos a escolher os locais e o horário que iríamos filmar. Isso tudo tem a ver com a atmosfera da cena”.
“Quero fazer as cenas de uma maneira bem cinematográfica. Lá tinham sequências muito importantes e todas têm que ser tratadas com a importância que merecem. E fazer isso no tempo que a gente tem é um desafio, mas estou bem feliz com o resultado”, conclui.
A superprodução Ben-Hur é escrita por Cristiane Cardoso e tem estreia prevista para este ano no Univer Vídeo e na tela da RECORD.














