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Steven Spielberg foi esnobado diversas vezes por James Bond; então ele fez Indiana Jones

Diretor tentou mais de uma vez fazer um filme da franquia 007

Cinema de Segunda|Lello LopesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Steven Spielberg desejava dirigir um filme de James Bond, mas foi recusado pelo produtor Cubby Broccoli.
  • Spielberg tentou novamente após o sucesso de "Tubarão" e "Contatos Imediatos do Terceiro Grau", mas foi rejeitado outra vez.
  • Após contar sua história para George Lucas, Spielberg foi apresentado à ideia de Indiana Jones, que se tornou um grande sucesso.
  • Mesmo após anos, Spielberg mantém um tom sarcástico sobre dirigir um filme de James Bond, afirmando que não aceitaria a oferta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sem James Bond, Steven Spielberg criou Indiana Jones Reprodução

Steven Spielberg é, há mais de 50 anos, um dos maiores diretores de Hollywood (ou o maior, na minha opinião). Mesmo assim, não escapou de ser esnobado. Em vez de lamentar, ele reagiu dando vida a um personagem icônico.

Um dos maiores sonhos de Spielberg, hoje com 79 anos, era dirigir um filme de James Bond. Mas o produtor Cubby Broccoli, responsável pela franquia 007, negou a pretensão do diretor.

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E Spielberg não teve vergonha de pedir pessoalmente a Broccoli a chance de dirigir um filme sobre o agente secreto mais famoso do Reino Unido.

“Lamento que não tenham me convidado para dirigir um filme de James Bond. Eu sempre quis fazer um filme de James Bond desde o dia em que vi 007 Contra o Satânico Dr. No, então liguei para Cubby Broccoli depois de Tubarão e me ofereci. Eu disse: ‘Se vocês precisarem de um diretor, eu adoraria dirigir um’. E ele disse ‘não’ e seguiu em frente”, disse Spielberg em entrevista ao podcast The Rest Is Entertainment.

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Spielberg tentou de novo alguns anos depois, após lançar Contatos Imediatos do Terceiro Grau, outro sucesso de crítica e público. Broccoli, inclusive, queria usar o icônico tema de cinco notas do filme em seu novo projeto, 007 Contra o Foguete da Morte.

“Eu disse: ‘Vou fazer um acordo com você. Eu te dou permissão para usar o tema se você me deixar dirigir um filme de Bond.’ E ele disse não. Mas, mesmo assim, eu dei o tema para ele usar. Eles sempre me rejeitavam. Ele nunca explicou por que não me deixava entrar para a família Bond”, falou Spielberg.

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Depois de tanta rejeição, Spielberg encontrou apoio em um grande amigo. “Eu contei essa história para o George Lucas em 1977, quando estávamos nos preparando para o lançamento de Star Wars: Uma Nova Esperança. Ele disse: ‘Tenho algo melhor que Bond. Chama-se Indiana Smith’, que era o nome que tinha na época. Ele me contou a premissa de Indiana Jones, e foi assim que consegui o trabalho”, contou Spielberg.

O diretor, entretanto, nunca se esqueceu da rejeição, mesmo 30 anos após a morte de Cubby Broccoli. Questionado se ele aceitaria hoje o convite para dirigir um filme de James Bond, ele foi sarcástico: “Minha resposta seria: ‘Vocês não têm dinheiro para me pagar.’”

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Agora, Spielberg está com filme novo na praça. Dia D estreou na última quinta-feira (11) e traz um tema que o diretor navega bem: extraterrestres.

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