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‘Curtindo a Vida Adoidado’ completa 40 anos como símbolo da juventude ideal

Filme dirigido por John Hughes chegou aos cinemas norte-americanos em 11 de junho de 1986

Cinema de Segunda|Lello LopesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O filme "Curtindo a Vida Adoidado", dirigido por John Hughes, estreou nos cinemas dos EUA em 11 de junho de 1986 e arrecadou US$ 70 milhões.
  • A história segue Ferris Bueller, sua namorada Sloane e seu amigo Cameron em um dia de aventuras em Chicago, simbolizando a juventude ideal.
  • Matthew Broderick interpretou Ferris Bueller, um personagem carismático e espirituoso, enquanto Alan Ruck fez o papel do amigo Cameron.
  • O filme é conhecido por suas piadas atemporais, ritmo envolvente e a quebra da quarta parede, além de ter uma cena pós-crédito inovadora para a época.

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'Curtindo a Vida Adoidado' é um dos símbolos dos anos 80 Divulgação/Paramount Pictures

Há exatos 40 anos, Ferris Bueller decidiu ter um dia de folga. A louca jornada do adolescente com a namorada e o melhor amigo pelas ruas de Chicago, retratada no clássico Curtindo a Vida Adoidado, ainda hoje é um símbolo de juventude ideal.

O filme, dirigido por John Hughes, chegou aos cinemas norte-americanos em 11 de junho de 1986. E logo se tornou um sucesso, arrecadando US$ 70 milhões nas bilheterias do país (tendo custado cerca de US$ 5 milhões).


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Quem cresceu nos anos 80 queria ter o carisma e o espírito leve de Ferris Bueller, interpretado magistralmente por Matthew Broderick. Embora, muito provavelmente, fosse mais parecido com o paranoico e travado amigo Cameron (Alan Ruck).

Com Sloane (Mia Sara), a namoradinha de Ferris, completando o grupo, o trio só se importa com o que todo jovem quer: curtir a vida adoidado (aliás, um baita acerto na tradução do título para o português).


John Hughes foi o diretor de Hollywood que melhor entendeu o espírito juvenil. Se Clube dos Cinco é o retrato real dos dramas dos jovens dos anos 80, John Hughes representa a máxima idealização da juventude.

Afinal, nada pode ser mais livre do que cabular aula, escapar do diretor da escola, fingir riqueza e ainda cantar um dos clássicos dos Beatles em uma parada no meio da cidade.


E o filme funciona até hoje. Tem piadas atemporais, um ótimo ritmo e a quebra da quarta parede que faz o espectador ser cúmplice das estripulias que o pessoal está fazendo em tela. Tem até cena pós-crédito, muito antes disso virar modinha.

Por tudo isso, só resta uma coisa a dizer: “Salve, Ferris”.


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