‘Influenciador’ e sócio de MC Ryan também vira alvo da PF em operação que prendeu funkeiro
Conhecido por exibir carros de luxo e promover rifas, Chrys Dias aparece entre os investigados da ação que levou famosos à prisão
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A prisão dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo durante uma ação da Polícia Federal nesta quarta-feira (15) colocou outros nomes conhecidos das redes sociais no radar das investigações — entre eles, o “influenciador” Chrys Dias. 👀
O criador de conteúdo, que soma mais de 14 milhões de seguidores no Instagram, está entre os investigados da chamada Operação Narcofluxo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão.
Até o momento, não há confirmação de prisão dele, mas o influenciador foi alvo da ação.
Quem é Chrys Dias?
Natural do Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, Chrys Dias ganhou notoriedade nas redes sociais ao compartilhar uma rotina marcada por ostentação, carros esportivos, viagens e encontros com artistas do funk.
Chrys também é conhecido por atuar como empresário digital e por participar da gestão da carreira de MC Ryan, de quem é sócio. O cantor é considerado o principal artista agenciado por ele, e os dois mantêm parceria profissional há anos.
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Além do estilo de vida luxuoso exibido online, o influenciador também ficou conhecido por promover rifas e sorteios de alto valor, incluindo carros e imóveis — prática que agora está sendo analisada pelas autoridades.
Segundo a Polícia Federal, a estrutura dessas movimentações financeiras pode ter sido usada para ocultar ou circular recursos de origem ilícita, algo que ainda está sob investigação.
Nas redes sociais, Chrys costuma aparecer ao lado da esposa, Débora Paixão, com quem tem filhos. Ao todo, ele é pai de cinco crianças, sendo quatro com a atual companheira.
Investigação apura esquema bilionário
A ação da PF mobilizou mais de 200 agentes, que cumprem cerca de 90 mandados judiciais em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e o Distrito Federal. 🚔
De acordo com as investigações, o grupo suspeito teria usado operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos para ocultar valores.
Durante as diligências, foram apreendidos veículos, dinheiro, documentos e equipamentos eletrônicos, que devem ajudar no avanço das investigações.
Os envolvidos podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, enquanto o caso segue em andamento. 💸👮♂️
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