Mãe de Lexa desabafa sobre limites à sensualidade na carreira da filha mais nova, Wenny
Darlin Ferrattry afirmou que precisou barrar figurinos e projetos da caçula por ela ainda ser menor de idade
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A mãe de Lexa e Wenny, Darlin Ferrattry, falou sobre as limitações envolvendo a carreira da filha caçula por ela ainda ser menor de idade.
Na sexta-feira (21), a empresária explicou que alguns planos artísticos da adolescente precisaram ser adiados por conta das regras relacionadas ao trabalho artístico infantil.
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As restrições envolvem letras, figurinos e materiais audiovisuais da cantora, que completa 17 anos no próximo dia 1º de julho. Segundo Darlin, até roupas mais curtas acabam sendo barradas.
“O cenário fonográfico está muito pensativo em relação a Wenny porque a ela só tem 16 anos, vai completar 17 agora [dia 1º de julho]. A menoridade faz com que a gente respeite... muita coisa que ela tinha planejado e feito, a gente teve que dar uma segurada.”
Ela completou: “A gente sabe como é importante ela viver cada momento de acordo com o que... vou ser aberta, com o que a lei permite. Às vezes ela colocar um shortinho mais curto, e a gente tem que segurar. Tem que segurar. É o certo. Vamos controlar nossas crianças grandes”.
E, sinceramente? É exatamente assim que deve ser. Lei existe para ser seguida, ainda mais quando o assunto é proteger adolescentes da sexualização precoce. Não dá para tratar esse tipo de limite como exagero ou censura artística.
O posicionamento de Darlin, inclusive, contrasta com o desabafo feito pela própria Wenny meses antes. Em abril, a cantora reclamou das restrições impostas pelo Ministério Público do Trabalho e disse estar frustrada por não conseguir lançar seus projetos da forma como gostaria.
“Vem, 17! Tô surtando de vontade de soltar minhas músicas, meus videodances pra quem cola com meu som. Paciência virou meu sobrenome porque a lei simplesmente não deixa eu mostrar minha arte do jeito que eu sonho. A lei me veste de espera. Mas quando liberar… ah, vai ser surto! E esse dia vai chegar”, escreveu.
Convenhamos: transformar proteção em frustração artística soa, no mínimo, precipitado. Existe uma diferença enorme entre liberdade criativa e ultrapassar limites que existem justamente para preservar quem ainda nem atingiu a maioridade.
Em tempos de tantos debates sobre hipersexualização precoce de adolescentes, a postura de Darlin chama atenção justamente por fazer o básico: respeitar limites que existem para proteger menores.
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