Vinho sem álcool: moda ou tendência que veio para ficar?
Querem papo polêmico? Então vamos lá... Vamos falar de vinho sem álcool!
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Muita gente me pergunta se beber vinho sem álcool é frescura de quem quer seguir tendência ou é algo que veio para ficar e dominar as taças.
Eu, assim como muitos, confesso que também tive minhas dúvidas, mas, como o movimento Mindful Drinking (o beber com consciência) está explodindo no mundo todo, então, um tempo atrás, resolvi deixar o preconceito de lado e abrir algumas garrafas para testar.
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Mas dá pra chamar de vinho?
A primeira coisa que você precisa entender é que o vinho sem álcool é vinho de verdade. Ele passa por todo o processo de fermentação tradicional e, só no final, passa por uma técnica (como a destilação a vácuo ou osmose reversa) para retirar o álcool. Não é suco de uva. O perfil aromático e a acidez do vinho continuam lá.
O que achei da experiência?
Vou ser sincero com vocês: o álcool faz falta na estrutura e no corpo da bebida. Quando você tira o álcool, o vinho fica mais leve, quase etéreo.
Mas quer saber? Para quem está grávida, tomando remédio, vai dirigir ou simplesmente quer dar um tempo na ressaca sem abrir mão do ritual de girar a taça, funciona demais.
Aqui vai o meu veredicto: os brancos e espumantes são os que melhor se adaptam. A acidez e o frescor seguram bem a onda e você mal sente que falta algo. Quando vamos para os tintos, o desafio é maior.
Sem o álcool para equilibrar os taninos, alguns podem parecer um pouco “desequilibrados”, mas a tendência é eles irem melhorando aos poucos.
Tendência ou modinha?
Então, não se enganem, pois parece que isso não é modinha. Muitas vinícolas da Europa e também do Novo Mundo estão investindo pesado nisso porque o público quer longevidade e saúde, mas não quer perder o prazer social.
Se você é do time que diz “vinho sem álcool nem é vinho”, eu te desafio: na próxima vez que precisar ser o motorista da rodada, dê uma chance para um bom desalcoolizado.
Você vai ver que o ritual e o sabor entregam muito mais do que você imagina. Mas jamais substituirão o bom e velho vinho tradicional. Eu mesmo não vou trocar!
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