Quando a excelência se torna uma obrigação e não uma qualidade
O medo de errar pode ser tão grande que podemos começar a adiar coisas que gostaríamos de fazer
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Querer fazer tudo bem feito nem sempre é perfeccionismo. Existe uma diferença entre buscar a excelência em algo e acreditar que você não pode errar. O perfeccionismo pode até parecer uma qualidade, já que a pessoa é sempre exigente, detalhista, ou seja, ela sempre quer entregar o melhor.
Isso é um fator que até pode ajudar no desempenho, mas a dificuldade começa quando fazer o melhor possível se torna fazer algo somente perfeito. Aí, o que seria uma qualidade começa a se tornar um problema.
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Quando você faz algo e imediatamente começa a procurar defeito. No momento em que uma crítica se torna mais presente na sua mente do que dez elogios, aquilo consome sua cabeça durante o dia.
Outro bom exemplo é quando você conquista algo importante e, em vez de comemorar, pensa se poderia ter feito melhor. O medo de errar pode ser tão grande que começa a haver adiamento de coisas que gostaríamos de fazer: não se entrega, não se faz, não se arrisca, somente porque não existe garantia de fazer perfeitamente. Então, parece mais seguro nem tentar.
Buscar qualidade nas coisas que fazemos no dia a dia pode impulsionar coisas boas, mas, quando seu valor pessoal começa a ser prejudicado por isso, não é mais saudável; a excelência se torna prisão.
É nesse momento que o perfeccionismo deixa de ser uma qualidade e se torna um fator de preocupação, algo que pode afetar diretamente sua saúde mental, pois começa a gerar ansiedade, frustrações, autocrítica e a sensação de nunca ser capaz de fazer algo.
No fim, o objetivo não deveria ser fazer tudo perfeito; deveria ser fazer o melhor que você consegue, sem se destruir ao longo do caminho.
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