Respeito ao espaço alheio de colegas e chefes faz parte da etiqueta no trabalho
Usar objetos sem pedir, entrar em conversas sem convite e ler a tela do computador dos colegas pesam na reputação profissional
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Se há um limite no ambiente de trabalho que ninguém deve ultrapassar, é o espaço alheio. O tema raramente aparece nos treinamentos ou no regimento interno das empresas, mas sua falta dificilmente passa despercebida.
O relatório Understanding Brazil’s Workforce in a Troubled Time (Entendendo a força de trabalho do Brasil em tempos difíceis), publicado em 2016 pelo Boston Consulting Group (BCG), analisou mais de 11 mil respostas de brasileiros.
O estudo apontou que o bom relacionamento com colegas e chefes está entre os dez principais indicadores de felicidade no trabalho. Com destaque para um detalhe interessante: o salário não aparece nem mesmo entre os dez primeiros itens citados.
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Respeitar o espaço dos colegas faz parte do bom relacionamento, por isso é preciso evitar atitudes que possam cruzar esse limite.
Pegar objetos sem pedir, abrir gavetas, ler a tela do computador alheio, ocupar o lugar de outra pessoa sem avisar e entrar em conversas sem ser chamado. Cada gesto isolado pode parecer pequeno ou até irrelevante, mas, quando repetidos com certa frequência, podem prejudicar a convivência.
Ambientes em que as pessoas sentem o próprio espaço respeitado costumam ter equipes mais colaborativas e menos conflitos silenciosos, aqueles que ninguém verbaliza, mas que desgastam o clima. A etiqueta no trabalho é composta por gestos simples, mas capazes de construir uma reputação valiosa.
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