Você pode estar pagando mais caro pelo arroz sem necessidade
Saber quando investir no Tipo 1 e quando optar por uma classificação mais barata ajuda a fazer escolhas mais inteligentes
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Na hora de comprar arroz, muita gente leva sempre o mesmo tipo e marca por puro hábito. Mas a escolha mais inteligente, inclusive do ponto de vista financeiro, pode variar de acordo com as receitas que serão preparadas.
Em muitos casos, pagar mais por um arroz de melhor qualidade faz todo sentido. Em outros, porém, a diferença de categorias praticamente desaparece depois do preparo.
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Além da data de validade, a embalagem traz outra informação que merece atenção na hora da compra: a classificação do arroz. O Tipo 1 possui menos grãos quebrados, manchados e com outros defeitos quando comparado às classificações inferiores, como o Tipo 2.
Depois de cozidos, os grãos do Tipo 1 costumam ficar mais inteiros e a apresentação do prato é melhor. Portanto, para o tradicional arroz branco servido no dia a dia, optar por essa classificação faz sentido.

Por outro lado, quando o arroz for utilizado em preparações como arroz-doce, bolinho de arroz ou arroz de forno, a aparência dos grãos perde importância. Nesses casos, um arroz Tipo 2 pode entregar um resultado muito semelhante na receita, mas custando menos.
Dependendo da marca e da região do país, a diferença de preço entre as classificações 1 e 2 pode ultrapassar os 30%.
É importante destacar que um arroz de classificação inferior não rende menos, já que um quilo de arroz continua sendo um quilo de arroz. A principal diferença está na qualidade visual dos grãos antes e depois do cozimento.
Por isso, antes de fazer a lista de compras, vale a pena pensar em como o arroz será utilizado. Escolher o produto de acordo com a finalidade da receita é uma forma simples de evitar gastos desnecessários, sem abrir mão de um bom resultado à mesa.
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