Conheça os 7 craques que passaram longe do posto de galã nas Copas do Mundo
Entre penteados improváveis, sorrisos marcantes e visuais nada convencionais, eles fizeram história em Mundiais

Nem só de gols inesquecíveis, jogadas mágicas e frangos históricos vive uma Copa do Mundo.
Muito antes da era dos jogadores com cabelo impecável, barba perfeitamente desenhada e status de influenciador digital, os gramados também foram ocupados por figuras que chamavam atenção por outros motivos.
Ao longo das edições do Mundial, desfilaram craques de talento inquestionável que estavam longe do estereótipo de galã. Donos de visuais peculiares, traços marcantes e muito carisma, eles provaram que, no futebol, o que realmente importa é o que acontece com a bola nos pés.
Por isso, o blog Do Meu Tempo criou uma lista com os 7 craques menos “galãs” da história das Copas do Mundo. Confira!
7. Ronaldinho Gaúcho (Brasil)
Revelado pelo Grêmio, ídolo do Barcelona e eleito melhor jogador do mundo duas vezes (2004 e 2005) Ronaldinho Gaúcho disputou as Copas do Mundo de 2002 e 2006 e encantou torcedores com seu talento fora do comum.
Dono de dribles imprevisíveis e jogadas geniais, ele também ficou conhecido pelo sorriso largo e inconfundível, uma característica que se tornou tão marcante quanto seu futebol brilhante.
6. Carlos Valderrama (Colômbia)
Camisa 10 de uma das gerações mais talentosas da história da Colômbia, ao lado de nomes como Higuita, Asprilla, Rincón e Aristizábal, Carlos Valderrama foi uma das figuras mais marcantes das Copas do Mundo de 1990, 1994 e 1998.
Além da visão de jogo e da qualidade nos passes, o meio-campista chamava atenção pela volumosa cabeleira loira e pelo inseparável bigode, características que o transformaram em um dos visuais mais icônicos da história dos Mundiais.
5. Franck Ribéry (França)
O meia-atacante francês Franck Ribéry, que disputou as Copas do Mundo de 2006 e 2010, tem no rosto uma marca que conta parte da sua história.
Quando tinha apenas dois anos, ele sofreu um grave acidente de carro que deixou cicatrizes permanentes, características que o acompanharam ao longo de toda a carreira.
Com o passar dos anos, as marcas renderam ao jogador o apelido de “Scarface”, em referência ao famoso personagem interpretado por Al Pacino.
Apesar da fama e dos recursos para recorrer a procedimentos estéticos, Ribéry sempre optou por manter as cicatrizes visíveis, transformando-as em uma característica marcante de sua identidade dentro e fora dos gramados.
4. Trifon Ivanov (Bulgária)
O zagueiro búlgaro Trifon Ivanov, conhecido como “Lobo Búlgaro”, parecia ter saído diretamente de um filme medieval para disputar uma Copa do Mundo.
Com cabelos longos e desalinhados, barba espessa e um olhar capaz de intimidar até atacante experiente, ele se tornou uma das figuras mais marcantes dos Mundiais de 1994 e 1998.
O visual nada convencional contrastava com a técnica e a raça que demonstrava em campo, ajudando a transformá-lo em um personagem inesquecível da história das Copas. Ivanov faleceu em 2016, aos 50 anos.
3. Carlos Tevez (Argentina)
O atacante argentino Carlos Tévez, que disputou as Copas do Mundo de 2006 e 2010 e virou ídolo de Boca Juniors e Corinthians, sempre foi reconhecido pela entrega e pela raça dentro de campo. Fora dele, também chamava atenção por sua aparência marcante.
Dono de uma cicatriz no rosto, consequência de um acidente sofrido na infância, Tévez estava longe do estereótipo de galã, mas compensava com sobra quando a bola rolava.
Com gols importantes, personalidade forte e muita determinação, construiu uma carreira vitoriosa e conquistou a admiração de torcedores por onde passou.
2. Taribo West (Nigéria)
O zagueiro nigeriano Taribo West, que disputou as Copas do Mundo de 1998 e 2002, ficou conhecido não apenas pela firmeza na defesa, mas também por um visual impossível de passar despercebido.
Dono de tranças coloridas e penteados cada vez mais criativos, ele transformava cada partida em uma espécie de desfile de personalidade.
Com estilo único e muita confiança, virou uma das figuras mais excêntricas e lembradas da história dos Mundiais, mostrando que originalidade nunca lhe faltou, dentro ou fora das quatro linhas.
1. Jim Leighton (Escócia)
O goleiro escocês Jim Leighton tinha um visual que lembrava mais aquele tio gente boa do churrasco de domingo do que um atleta de Copa do Mundo.
Com seu sorriso desdentado e jeito simples, ele talvez não chamasse atenção pelos padrões de beleza, mas impunha respeito quando estava debaixo das traves.
Presente nas Copas de 1986, 1990 e 1998, construiu uma carreira sólida e entrou para a história como o jogador mais velho a defender a seleção da Escócia, aos 40 anos, além de ser o segundo atleta com mais partidas pelo país, atrás apenas da lenda Kenny Dalglish
✅Para saber tudo do mundo dos famosos, siga o canal de entretenimento do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp














