Logo R7.com
RecordPlus

Técnico do Haiti, adversário do Brasil nesta sexta, nunca esteve no país; veja curiosidades

Seleção brasileira enfrenta a equipe caribenha nesta sexta-feira (19), às 21h30, em partida válida pela segunda rodada do Grupo C

Do Meu Tempo|Renato FontesOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Sebastien Migné comanda o Haiti na Copa do Mundo de 2026 REUTERS/Brian Snyder — 13.06.2026

O Brasil enfrenta o Haiti nesta sexta-feira (19), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.

Após empatar em 1 a 1 na estreia contra Marrocos, a Amarelinha vai em busca da primeira vitória no torneio.


Para você conhecer melhor o próximo adversário da seleção brasileira na caminhada rumo ao Hexa, o blog Do Meu Tempo reuniu algumas curiosidades sobre a equipe caribenha. Confira:

1. Copa depois de 50 anos

O Haiti está de volta à Copa do Mundo após 52 anos. A única participação da seleção caribenha no torneio havia sido em 1974, na então Alemanha Ocidental. No retorno ao Mundial, em 2026, a equipe estreou com derrota por 1 a 0 para a Escócia.


Na ocasião, a seleção caribenha foi derrotada nas três partidas que disputou: 3 a 1 para a Itália, 7 a 0 para a Polônia e 4 a 1 para a Argentina. Ao todo, sofreu 14 gols e marcou apenas dois, ambos anotados pelo atacante Emmanuel Sanon. Veja um desses gols:

2. Treinador que nunca pisou no país

Mas o que mais chama a atenção nessa seleção acontece fora das quatro linhas. O técnico da equipe, o francês Sébastien Migné, jamais esteve no Haiti.


Desde que assumiu o comando dos “Granadeiros”, em 2024, ele não conseguiu pisar no país devido à grave crise de segurança pública que afeta a nação há décadas.

Com grande parte da capital, Porto Príncipe, dominada por gangues armadas, a seleção passou a mandar seus jogos das eliminatórias em Curaçao, ilha localizada a cerca de 800 quilômetros dali.


3. Só um jogador atua no Haiti

Outra curiosidade é que quase todo o elenco atua no exterior. Dos 26 convocados para a Copa de 2026, apenas um joga no futebol haitiano: o meio-campista Oliver Woodensky Pierre, do Violette AC.

Os demais estão espalhados por ligas de países como Inglaterra, França, Portugal, Canadá e Estados Unidos.

Um dos principais nomes da seleção é o atacante Duckens Nazon, referência no setor ofensivo e esperança de gols dos haitianos no Mundial.

4. “Jogo da Paz”

Em fevereiro de 2004, o Haiti enfrentava um conflito civil que levou à renúncia do então presidente Jean-Bertrand Aristide.

Para ajudar a estabilizar o país, a ONU criou a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), coordenada pelo Brasil.

Como forma de apoiar a iniciativa e levar uma mensagem de paz à população haitiana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) incentivou a realização de um amistoso entre as duas seleções no país.

Assim nasceu o “Jogo da Paz”, disputado em 18 de agosto de 2004, na capital Porto Príncipe, com apoio da FIFA. Em campo, o Brasil goleou o Haiti por 6 a 0, com três gols de Ronaldinho Gaúcho, dois de Roger e um de Nilmar.

Esse não foi o único encontro entre as seleções. Brasil e Haiti já se enfrentaram outras duas vezes, e a equipe brasileira levou a melhor em ambas: venceu por 4 a 0 em um amistoso em 1974 e goleou por 7 a 1 na Copa América Centenário, em 2016.

Search Box

✅Para saber tudo do mundo dos famosos, siga o canal de entretenimento do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.