Logo R7.com
RecordPlus
Garagem R7

Bugatti Type 57: mistério ronda sumiço de carro de luxo de R$ 500 milhões feito na 2ª Guerra

Apelidado de ‘La Voiture Noire’, esportivo foi dado de presente para o piloto Robert Benoist, que ganhou as 24 horas de Le Mans em 1937

Garagem R7|Raphael HakimeOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Bugatti Type 57SC Atlantic, um dos carros mais raros do mundo, desapareceu e intriga fãs de carros clássicos e colecionadores.
  • Construído no final dos anos 1930, o carro foi originalmente um Type 57S Coupé Aero, convertido pela Corsica Coachworks.
  • Conhecido como "La Voiture Noire", o carro foi presenteado ao piloto Robert Benoist após vencer as 24 Horas de Le Mans em 1937.
  • O carro desapareceu após a invasão da França pela Alemanha em 1940 e, se encontrado, pode valer até US$ 114 milhões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bugatti Type 57, feita em 1936 e avaliada em US$ 100 milhões, é raríssima e está desaparecida na Europa Reprodução/Darin Schnabel/Cortesia RM Sotheby's

O desaparecimento de uma Bugatti Type 57SC Atlantic, um dos carros mais raros do mundo, desafia os fãs de carros clássicos e a própria montadora italiana. O carro, um esportivo de luxo inigualável feito durante a Segunda Guerra Mundial, está avaliado em US$ 100 milhões (R$ 515 milhões na cotação atual).

Agora, ninguém sabe o paradeiro do carro, o que intriga caçadores de relíquias e fãs de carros clássicos. Como só algumas unidades foram fabricadas, e cada uma vale uma fortuna, se encontrada, o valor do carro vai disparar.


Essa Bugatti Type 57SC Atlantic sumida, cujo chassi tem o número 57453, é especial porque foi construída no final da década de 1930. Originalmente, era um Type 57S Coupé Aero, antes de ser enviado à Corsica Coachworks – uma firma britânica de carrocerias fundada em 1920, bem pequena – para conversão.

A carroceria original foi devolvida à Bugatti e montada no chassi que o tornou tão famoso. A Bugatti concluiu o carro em outubro de 1936, e ele era conduzido principalmente pelo engenheiro Jean Bugatti, filho de Ettore, fundador da marca italiana.


Com acabamento preto, o carro ganhou o apelido de “La Voiture Noire” em francês, ou “Carro Preto” em português. Depois de vencer as 24 Horas de Le Mans de 1937, o piloto de corrida Robert Benoist ganhou a relíquia de presente.

Desde então, Benoist, William Grover-Williams e a mulher de William, Yvonne, que eram amigos próximos, compartilhavam o uso do carro. Em 1940, após a invasão da França pela Alemanha, eles fugiram para a Inglaterra, e o Bugatti foi devolvido à fábrica.


A última menção a ele consta em uma lista de carros enviados de trem para a Rue Alfred Daney, em Bordeaux, em fevereiro de 1941. Portanto, a Bugatti Type 57SC Atlantic está desaparecida desde a década de 1940.

Se encontrado, seu valor poderia chegar a até US$ 114 milhões.


Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.