De Brasilia a Carajás: relembre 7 carros com nomes de lugares brasileiros
Modelos marcaram época por criar conexão com o público de norte a sul do Brasil
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Carro vai muito além de motor e design. Ele também carrega história, identidade e até um pouco de geografia. Ao longo dos anos, as montadoras buscaram inspiração em vários lugares do mundo para batizar seus modelos, e o Brasil, claro, entrou nessa lista.
Entre as décadas de 70 e 90, alguns carros vendidos por aqui ganharam nomes de lugares brasileiros, criando uma conexão direta com o público. Difícil não lembrar de clássicos como a Brasilia, né?
Nesta lista do blog Do Meu Tempo, você vai relembrar 7 modelos que marcaram época e que, além do estilo e desempenho, trazem no nome um pedacinho de diferentes regiões do Brasil.
Volkswagen Brasilia
Lançado em 1973 como uma versão mais moderna do Fusca, o modelo mantinha o motor traseiro, mas apostava em um design mais espaçoso e prático.
Rapidinho caiu no gosto do público e virou um dos carros mais populares dos anos 70 e 80, com mais de 1 milhão de unidades vendidas. E tem um detalhe curioso: apesar da homenagem à capital, o nome do carro é “Brasilia”, sem acento.
Volkswagen Parati
Lançada em 1982 como a perua do Gol, a Parati trouxe mais espaço e versatilidade. O nome é uma homenagem a Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, famosa pelas belezas naturais e pelo charme histórico.
Com o tempo, ganhou várias versões e ficou conhecida pela robustez. Saiu de linha em 2012, mas até hoje é lembrada com carinho.
Chevrolet Marajó
Lançada em 1980 como a perua do Chevette, a Marajó era compacta, prática e atendia bem tanto famílias quanto quem usava o carro para trabalho.
Apesar da proposta, teve vendas mais tímidas e saiu de linha no fim dos anos 80. O nome vem da Ilha de Marajó, no Pará, conhecida pelas paisagens, pelos búfalos e pela cultura marcante do Norte.
Chevrolet Ipanema
Lançada em 1989 como a perua do Kadett, a Ipanema trouxe mais conforto e espaço, sendo uma boa opção para o dia a dia. Substituiu a Marajó e ficou no mercado até 1998.
O nome é inspirado na famosa praia de Ipanema, no Rio, conhecida pelo pôr do sol e pelo estilo de vida carioca.
Gurgel Carajás
Lançado em 1984, o Carajás era um SUV raiz, totalmente brasileiro, pensado tanto para a cidade quanto para encarar terrenos difíceis. Ficou em produção até o começo dos anos 90.
O nome faz referência à região de Carajás, no Pará, e aos povos indígenas da área. A Gurgel também usou outros nomes brasileiros, como Xavante, Itaipu e Tocantins.
Escort Guarujá
Essa foi uma versão especial do Escort, produzida na Argentina no início dos anos 90. Com quatro portas e alguns diferenciais, era uma opção mais confortável dentro da linha.
O nome vem de Guarujá (SP) e reforçava essa pegada mais leve e “praiana”. Hoje é uma versão rara e bem lembrada.
Simca Alvorada
Lançado no começo dos anos 60, o Simca Alvorada era uma versão mais simples do Chambord, pensada para ser mais acessível.
O nome foi inspirado no Palácio da Alvorada, em Brasília. Durou pouco no mercado, mas acabou virando um modelo curioso e raro na história automotiva brasileira.
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