Gostinho de infância: 7 doces de boteco que foram sucesso nos anos 1980 e 1990
Você vai viajar pelos sabores simples que marcaram época e ainda despertam lembranças

Se você cresceu nos anos 80 ou 90, com certeza já parou em um boteco com o pai ou voltando da escola com os amigos só para escolher um docinho com os trocados no bolso.
Era quase um ritual: observar cada doce, contar as moedas e sair feliz com o saquinho bege de papel na mão. Tinha pirulitos, balas, pé de moleque, paçoca, doce de abóbora, quebra-queixo…
Essas delícias ficavam expostas, geralmente em um balcão de madeira, em baleiros, potes de vidro ou até penduradas na parede. Um convite silencioso que parecia dizer: “me compre”.
Hoje, muitas dessas guloseimas estão cada vez mais difíceis de encontrar. Alguns perderam espaço para versões mais industrializadas, outros mudaram de receita e até de nome.
Para reviver esse momento, o blog Do Meu Tempo preparou uma lista deliciosa com 7 doces de boteco que fizeram história nos anos 80 e 90. Vale conferir e se preparar pra uma boa dose de nostalgia.
1. Doce de leite em sachê

Presença garantida nos botecos, esse doce era barato, irresistível e perfeito para gastar o troco. O ritual começava ao rasgar a pontinha do saquinho com os dentes, apertar devagar e aproveitar até a última gota.
2. Molenguinho

Conhecido antigamente como “maria-mole”, o molenguinho encantava pela textura leve e macia, quase derretendo na boca. Coberto por coco ralado e em cores suaves, chamava atenção pela simplicidade.
3. Chocomellow

Antes chamado de “teta de nega”, esse doce unia o merengue macio à cobertura de chocolate em um contraste irresistível. Cada mordida quase sempre terminava em lambança.
4. Sorvete seco

Presente em praticamente todos os botecos, essa guloseima vinha em uma casquinha simples, em formato de cone, recheada com molenguinho leve, aerado e colorido. Para deixar tudo ainda mais especial, muitos ainda traziam uma bexiga de brinde, completando a alegria da garotada.
5. Suspiro colorido

Pequenos, leves e em tons de rosa, amarelo e branco, pareciam enfeites delicados espalhados pelos potes de vidro dos botecos. Bastava colocar um na boca para sentir ele se desfazer quase instantaneamente. Era o tipo de guloseima que a gente saboreava sem pressa, pegando um atrás do outro.
6. Doces de abóbora e de batata-doce

Boteco que não tivesse esses doces nem parecia completo. Guardados em potes de vidro sobre o balcão, estavam sempre prontos para adoçar o dia de quem passava por ali. A textura firme por fora e macia por dentro entregava um sabor caseiro, daqueles que não se esquecem.
7. Canudo de doce de leite

Crocante por fora e generosamente recheado, chamava atenção pelo contraste entre a casquinha dourada e o doce de leite cremoso que quase escapava pelas pontas.
A primeira mordida trazia o estalo leve da massa, seguido pelo recheio doce e marcante. Não havia jeito elegante de comer: os dedos sempre acabavam melados e o sorriso, garantido.
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