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Você lembra de todos? Relembre os mascotes que fizeram história nas Copas

Animais, humanos e frutas: conheça os mascotes que fazem sucesso nos Mundiais há 60 anos

Do Meu Tempo|Renato FontesOpens in new window

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Da esquerda para a direita: Naranjito (1982), Striker (1994) e o trio Ato, Kaz e Nik (2002) Reprodução/Site/FIFA

Os mascotes da Copa do Mundo são uma atração à parte desde 1966, quando o leão Willie estreou como símbolo oficial do torneio.

Carismáticos e cheios de personalidade, eles conquistam facilmente os torcedores e acabam se tornando uma das lembranças mais marcantes da infância de quem acompanha os mundiais.


Como o blog Do Meu Tempo é dedicado às décadas de 1980, 1990 e 2000, vamos fazer uma viagem no tempo e relembrar os mascotes das Copas do Mundo de 1982 a 2026. Confira:

Naranjito (Copa de 1982)

Naranjito, mascote da Copa de 1982 Reprodução/Site/FIFA

A anfitriã Espanha apostou em um símbolo bem característico do país para representar a Copa de 1982: uma laranja chamada Naranjito.


O mascote, cujo nome faz referência à palavra naranja (laranja em espanhol), aparecia vestido com o uniforme da seleção espanhola e ficou conhecido pelo sorriso largo e pela aparência simpática.

Pique (Copa de 1986)

Pique, mascote da Copa de 1986 Reprodução/Site/FIFA

Na segunda Copa do Mundo realizada no México, o tradicional sombreiro voltou a aparecer. Desta vez, porém, ele não era usado por um garoto, como havia acontecido em 1970, mas por uma pimenta.


Ciao (Copa de 1990)

Ciao, mascote da Copa de 1990 Reprodução/Site/FIFA

A Copa do Mundo de 1990 quebrou uma tradição ao apresentar um mascote sem rosto. Em vez de um personagem inspirado em pessoas ou animais, os designers apostaram em um boneco estilizado formado por blocos nas cores da bandeira italiana, com uma bola de futebol no lugar da cabeça.

Striker (Copa de 1994)

Striker, mascote da Copa de 1990 Reprodução/Site/FIFA

Na Copa de 1994, os Estados Unidos inovaram ao permitir que o público participasse da escolha do mascote oficial do torneio.


O vencedor foi Striker, um simpático cachorro vestido com um uniforme nas cores da bandeira norte-americana e com o logotipo da competição estampado no peito.

“Striker” é uma das palavras usadas para “atacante” em inglês e também é um nome bastante comum para cachorros nos Estados Unidos.

Footix (Copa de 1998)

Footix, mascote da Copa de 1998 Reprodução/Site/FIFA

Em 1998, a França apostou em um de seus símbolos mais tradicionais para representar a Copa do Mundo: o galo gaulês.

Batizado de Footix, o mascote tinha corpo azul, crista e cauda vermelhas, além de estar sempre acompanhado por uma bola de futebol nas cores da bandeira francesa.

Ato, Kaz e Nik (Copa de 2002)

Ato, Kaz e Nik, mascotes da Copa de 2002 Reprodução/Site/FIFA

A Copa do Mundo de 2002, realizada por Japão e Coreia do Sul, trouxe uma novidade: pela primeira vez, o torneio teve três mascotes oficiais.

Com visual futurista, Ato, Kaz e Nik eram personagens nas cores laranja, violeta e azul que praticavam o fictício “atombol”, esporte inspirado no futebol. “Ato” era o treinador da equipe, enquanto “Kaz” e “Nik” atuavam como jogadores.

Os nomes dos mascotes foram escolhidos por meio de uma votação que reuniu internautas e clientes de uma grande rede de fast-food

Goleo VI e Pille (Copa de 2006)

Goleo VI e Pille, mascotes da Copa de 2006 Reprodução/Site/FIFA

Na Copa de 2006, realizada na Alemanha, o mascote oficial foi Goleo VI, um leão de pelúcia que estava sempre acompanhado de Pille, uma bola de futebol falante.

Seu nome é uma combinação da palavra “gol” com “leo”, termo em latim que significa leão. Já “Pille” é uma gíria alemã usada de forma informal para se referir à bola de futebol.

Zakumi (Copa de 2010)

Zakumi, mascote da Copa de 2010 Reprodução/Site/FIFA

No Mundial de 2010, realizado na África do Sul, o mascote foi o carismático leopardo Zakumi, famoso por seus cabelos verdes. Seu nome combina “ZA”, sigla internacional da África do Sul, e “kumi”, que significa “10” em diversas línguas africanas.

Fuleco (Copa de 2014)

Fuleco, mascote da Copa de 2014 Reprodução/Site/FIFA

O tatu-bola Fuleco foi o mascote da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil. Seu nome é uma combinação das palavras “futebol” e “ecologia”, refletindo a preocupação com a preservação ambiental.

Sua carapaça simboliza a riqueza da natureza brasileira, que ele busca proteger, enquanto o tom azul faz referência ao céu e às águas que marcam a diversidade do país.

Zabivaka (Copa de 2018)

Zabikava, mascote da Copa de 2018 Reprodução/Site/FIFA

O mascote da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, foi Zabivaka, um lobo carismático, alegre e cheio de estilo. Seu nome em russo significa “aquele que marca gols”.

O personagem foi escolhido por votação popular no site da Fifa, em uma enquete que contou com a participação de mais de um milhão de russos.

La’eeb (Copa de 2022)

La’eeb, mascote da Copa de 2022 Reprodução/SIte/FIFA

O mascote da Copa do Mundo de 2022, no Catar, foi La’eeb, nome que em árabe significa “jogador supertalentoso”. Segundo a Fifa, o personagem foi apresentado como um habitante do universo dos mascotes, um mundo fantástico e sem limites para a imaginação.

Alegre, curioso e aventureiro, La’eeb incentivava as pessoas a acreditarem em si mesmas e a aproveitarem cada momento, transmitindo a mensagem do lema do torneio: “Now is All” (“Agora é Tudo”, em tradução livre).

Maple, Zayu e Clutch (Copa de 2026)

Maple, Zayu e Clutch, mascotes da Copa de 2026 Reprodução/Site/FIFA

Por fim, a Copa deste ano conta com três mascotes: Maple, o alce que representa o Canadá; Zayu, a onça-pintada que simboliza o México; e Clutch, a águia-americana dos Estados Unidos.

Juntos, eles foram criados para refletir a cultura, a herança e o espírito de cada país-sede, além de representar a união, a diversidade e a paixão pelo futebol que conectam as três nações anfitriãs.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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