Pouco sol no inverno? Especialistas alertam para um nutriente que faz falta ao organismo
Saiba quais são os principais sintomas da deficiência de vitamina D, quem corre mais risco e quando fazer o exame
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os dias ficam mais curtos, o frio desanima qualquer passeio ao parque e, quando saímos de casa, quase sempre estamos cobertos por casacos. Se você também passa boa parte do inverno longe do sol, saiba que não está sozinho. Eu até tento aproveitar alguns minutos ao ar livre, mas nem sempre é fácil encontrar dias ensolarados nesta época do ano.
Além da falta de um calorzinho, a menor exposição aos raios solares pode reduzir os níveis de vitamina D no organismo e impactar diferentes aspectos da saúde.
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Conhecida por seu papel na saúde dos ossos, a vitamina D vai muito além disso. Ela participa da absorção de cálcio, ajuda no funcionamento dos músculos e também exerce um papel importante no sistema imunológico. Quando está em falta, o corpo costuma dar alguns sinais.
Cansaço frequente, fraqueza muscular, dores nos ossos e nos músculos e até uma maior facilidade para desenvolver infecções podem estar relacionados à deficiência da vitamina. Por isso, durante o inverno, médicos costumam reforçar a importância de ficar atento aos níveis desse nutriente.
“A vitamina D participa de diversos processos fisiológicos, incluindo a regulação imunológica, a função muscular e o metabolismo celular. Por isso, monitorar seus níveis é fundamental, especialmente durante o inverno, quando a exposição solar é reduzida. O diagnóstico precoce permite intervenções mais assertivas e contribui para a prevenção de complicações que podem comprometer a qualidade de vida”, explica Lucrecia Mendes, especialista de Produtos da Bioclin.
Quem precisa ficar mais atento?
Embora qualquer pessoa possa apresentar deficiência de vitamina D, alguns grupos têm maior risco, como:
- idosos;
- gestantes;
- crianças;
- pessoas com pele mais escura;
- quem passa a maior parte do dia em ambientes fechados;
- pacientes com doenças que prejudicam a absorção de nutrientes.
Além dos impactos sobre a saúde óssea, estudos também associam níveis baixos de vitamina D a um maior risco de doenças cardiovasculares, diabetes, doenças autoimunes e infecções respiratórias. Isso não significa que a vitamina seja uma solução para prevenir essas condições, mas reforça a importância de manter seus níveis adequados.
Vale a pena tomar suplemento por conta própria?
Essa é uma dúvida comum, principalmente no inverno. A resposta é: nem sempre.
A melhor forma de saber se há deficiência é por meio de avaliação médica e, quando indicado, do exame de 25-hidroxivitamina D (25-OH), considerado o principal marcador para medir a quantidade da vitamina no organismo.

“A realização de exames laboratoriais regulares possibilita uma visão mais completa do estado de saúde do paciente, favorecendo a identificação precoce de comorbidades e auxiliando na tomada de decisões clínicas mais precisas”, afirma Lucrecia.
“O teste de 25-OH Vitamina D, disponível na plataforma FIA NEO, permite uma avaliação rápida e precisa dos níveis da vitamina no organismo, contribuindo para um diagnóstico mais ágil e oferecendo suporte à prática clínica”, completa a especialista.
Como manter bons níveis de vitamina D?
A principal fonte continua sendo a exposição solar, feita de forma segura e respeitando as orientações do dermatologista. Além disso, alimentos como peixes gordurosos (salmão, sardinha e atum), gema de ovo e alimentos fortificados também contribuem para a ingestão da vitamina.
Quando há deficiência comprovada, a suplementação pode ser indicada, mas sempre com orientação de um profissional de saúde.
E você? Neste inverno, tem conseguido aproveitar alguns minutos de sol durante a rotina ou passa a maior parte do tempo em ambientes fechados?
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