Seu dinheiro: roupa barata pode sair mais cara do que você imagina
Preço na etiqueta nem sempre revela o verdadeiro custo da peça; entenda o conceito de custo por uso e economize de verdade
Na hora de comprar roupas, muita gente acredita que escolher a peça mais barata é a melhor forma de economizar. Afinal, se uma blusa custa R$ 40, e outra muito parecida custa R$ 80, a tendência é pensar que a primeira representa a melhor escolha.
Mas essa lógica nem sempre funciona. Em muitos casos, a roupa mais barata acaba se mostrando mais cara ao longo do tempo.
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Uma forma simples de avaliar uma compra é considerar o custo por uso. Em vez de analisar apenas o preço da etiqueta, vale avaliar por quanto tempo aquela peça permanecerá em boas condições.
Se uma blusa de R$ 40 que deforma, desbota ou perde o caimento depois de poucas lavagens, enquanto outra, de R$ 80, continua bonita por muito mais tempo, mesmo custando o dobro, a segunda opção pode oferecer um custo menor a cada uso.
Isso não significa que toda roupa cara seja melhor e que toda roupa barata não seja uma boa opção. O ponto é observar se a peça foi bem confeccionada, se o tecido é adequado ao uso e se o acabamento transmite durabilidade.
Uma compra inteligente leva em conta quanto tempo aquela roupa continuará fazendo parte do guarda-roupa, e não apenas o valor pago no caixa.
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