Seu dinheiro: roupa com cara de linho pode não ter linho nenhum
Cuidado com tecidos que enganam. Confira a etiqueta de composição para não pagar mais por peças que não são o que parecem
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Uma roupa com aparência sofisticada, textura semelhante à do linho e preço convidativo costuma chamar a atenção de muitos consumidores.
Mas o visual pode enganar. Hoje, é comum encontrar peças confeccionadas em viscose, poliéster ou até mesmo em misturas de fibras que reproduzem muito bem a aparência do linho, sem conter um único fio desse tecido.
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Isso não significa que essas roupas sejam inferiores. A viscose, por exemplo, costuma ter toque macio, bom caimento e proporciona conforto térmico. Já o poliéster amassa menos, seca rapidamente e tende a apresentar maior durabilidade.
O problema é quando o consumidor acredita estar comprando uma peça de linho e não percebe que a composição é outra.
Para evitar esse tipo de confusão, vale a pena ler a etiqueta de composição, que, por lei, deve informar exatamente quais fibras foram utilizadas na fabricação da peça. Assim, você entende o que está comprando e avalia se o preço realmente faz sentido.
Esse cuidado simples ajuda a fazer escolhas mais conscientes, evita pagar por uma característica que a peça não possui e faz o seu dinheiro valer mais.
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